quinta-feira, 6 de outubro de 2011

CATOLICISMO ROMANO À LUZ DA PALAVRA DE DEUS


Católico e Romano? Como Pode?

Esta foto estou ao lado do Pastor Jorge da Silva - Ministro Batista - CBB

Pelo Rev. Dr. José Kennedy de Freitas Ph.D - Bispo Eleito
Sacerdote Anglicano - IAB

As Sagradas Escrituras nos ensina que o Senhor Jesus Cristo fundou a Sua Igreja, a Igreja Cristã, e que Ele é o fundador sobre a qual ela repousa e o Cabeça da Igreja que é Seu corpo. “Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo” (I Coríntios 3. 11). “... edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo ele mesmo, Cristo Jesus, a pedra angular” (Efésios 2.20). “E pôs todas as cousas debaixo dos seus pés, e para ser o Cabeça sobre todas as cousas, o deu à Igreja, a qual é o seu corpo ” (Efésios 1. 22,23). A Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo é composta de todos aqueles que são verdadeiros cristãos, aqueles que “nasceram de novo” (João 3.1-3), de todas as Nações e denominações. “Igrejas de Cristo” (Romanos 16.16) são congregações de cristãos que se reúnem para a adoração e atividades missionárias. E, embora sejam muitos, todos são membros de uma única Igreja de Cristo: “Porque, assim como num só corpo temos muitos membros... assim também nós, conquanto muitos somos um só corpo em Cristo” (Romanos 12. 4,5). Esta é a verdadeira Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo. Uma definição realmente ampla e generosa de Igreja é apresentada pelos irmãos Presbiterianos, na sua Confissão de Fé de Westminster, que declara: “A Igreja visível, que também é Católica ou Universal sob o Evangelho (não reservada a uma só nação, como antes sob a lei), consiste de todos aqueles em todo o mundo, que professam a verdadeira religião, junto com os seus filhos, e é o reino do Senhor Jesus Cristo, a casa e a família de Deus, fora da qual não há possibilidade normal de Salvação” E o Catecismo Maior da Igreja Presbiteriana do Brasil, em resposta à pergunta: “O que é a Igreja visível?” (Questão 62), diz: “A Igreja visível é uma sociedade formada por todos aqueles em todos os séculos e lugares do mundo que professam a verdadeira religião, e de seus filhos”.

Quais são os sinais de uma Verdadeira Igreja Cristã? Os sinais são:
  1. A verdadeira Pregação da Santa e Gloriosa Palavra de Deus;
  1. A verdadeira administração dos Sacramentos, e,
  1. O exercício fiel da disciplina cristã.
João Calvino insistia repetidamente no “Ministério da Palavra e dos Sacramentos”, como sinais que distinguiam uma verdadeira Igreja. A este geralmente acrescenta-se o exercício da devida disciplina, embora erros menores e irregulares de conduta em si mesmos não dêem causa suficiente para negar o reconhecimento a uma verdadeira Igreja. Marcos Pereira de Mattos, Ex-Sacerdote Anglo-Tradicional (RJ) declara quanto ao exercício da fiel disciplina: “Isto é verdadeiramente essencial para a manutenção da pureza da doutrina e para resguardo da Santidade dos Sacramentos. As Igrejas que são relaxadas na disciplina acabam descobrindo mais cedo ou mais tarde dentro do seu círculo um eclipse da Luz da verdade e um abuso daquilo que é Santo” (Anotações) .

Ao estudarmos a Bíblia Sagrada podemos observar que a palavra “Igreja” jamais significou uma Denominação. As Sagradas Escrituras nada tem a declarar sobre Denominações Religiosas. Se uma Igreja Particular prefere permanecer estritamente independente, ou entrar num acordo de cooperação com outras Igrejas Particulares, e se o faz em que termos não se discute na Palavra de Deus, mas fica totalmente a critério da própria Igreja. Geralmente a palavra “Igreja”, conforme usada no Novo Testamento, significa uma Congregação Local de cristãos, como a “Igreja de Deus em Corínto”, “a Igreja em Jerusalém”, “as Igrejas da Galácia”, “a Igreja em tua casa”. Noutras ocasiões, pode referir-se à Igreja Geral, como quando somos informados que “Cristo amou a Igreja, e a si mesmo se entregou por ela” (Efésios 5.25). Ou, então, pode referir a todo o corpo de Cristo Jesus em todos os séculos, como quando sobre a “Universal Assembléia e Igreja dos primogênitos arrolados nos céus” (Hebreus 12. 23). Quando o Senhor Jesus Cristo orou a Deus pedindo Unidade, “a fim de que todos sejam um” (João 17.21), foi principalmente uma Unidade Espiritual, uma Unidade de Coração e Fé, de Amor e Obediência, de verdadeiros cristãos e, apenas secundariamente, uma Unidade de organização eclesiástica, o que Ele tinha em mente, como tornou claro quando o Senhor Jesus ilustrou essa Unidade com o relacionamento que existe entre Ele e o Pai “como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti”. Unidade de Fé deve vir antes da Unidade de Organização Religiosa. O ideal, naturalmente, seria que a Igreja fosse uma na Fé e na Organização. Mas está claro que ela ainda não está preparada para isto. Conforme os cristãos forem se tornando mais intimamente unidos na Doutrina, eles vão trabalhando juntos com mais harmonia e desejam se unir mais intimamente na Organização Religiosa. Mas Unidade de Doutrina sempre deve permanecer em primeiro lugar, pois se relaciona com o propósito exato porque a Igreja foi organizada. A alegada tragédia da desunidade da Organização é mais do que anulada pela verdadeira tragédia da desunidade de Doutrina que resulta quando Igrejas conservadoras e modernistas se combinam numa Organização. É exatamente neste ponto que o Catolicismo Romano, que reivindicam ser a única Igreja verdadeira, erram tentando trazer todas as Igrejas Cristãs, até mesmo forçá-las, numa organização mecânica e invisível. Pode haver e há realmente verdadeira Unidade Espiritual entre os cristãos fora de qualquer Unidade Organizacional. A Igreja não é um mecanismo, mas um organismo vivo, cuja cabeça é o Senhor Jesus Cristo, e qualquer Unidade que seja mecânica é forçada está sujeita a atrapalhar a própria coisa que pretende promover. Quando ouvimos o “Papa” e ocasionalmente outros líderes de Igrejas falando sobre a união de todas as Igrejas em uma super-organização, as palavras que empregam e o seu método de acesso torna claro que o que eles têm em mente não é uma unidade espiritual dos cristãos, mas uma Unidade Eclesiástica e mecânica dos cristãos e incrédulos, idealizada principalmente para o que eles acham que será de grande eficiência operacional. E, afinal, a diversidade de Igrejas, com um sadio espírito de rivalidade dentro dos devidos limites, talvez seja um dos modos de Deus evitar que a luz do Cristianismo fique estacionária. A história claramente demonstra que onde houver uniformidade forçada, a Igreja estacionou, quer fosse na Itália, na Inglaterra, na França, na Espanha ou na América Latina. O confinamento da vida religiosa a um nível morto de uniformidade não resolve os nossos problemas.

A PALAVRA CATÓLICA

Amado leitor, é preciso dizer alguma coisa sobre o significado da palavra “Católica”, do qual a Igreja Católica Apostólica Romana tenta se apropriar com exclusividade. Novamente queremos citar a pessoa  do senhor Marcos Pereira de Mattos, professor de História do Cristianismo, Hermenêutica Bíblica, Teologia Dogmática e de Teologia do Novo Testamento, dá sobre a palavra: “A IGREJA CATÓLICA: AQ Universal Igreja de Deus, como entidade distinta de um ramo particular, congregação ou denominação dessa Igreja... A Igreja de Roma, apropriou-se erroneamente do termo ‘Católica’, é uma coisa contraditória chamar um corpo de ‘romano’ (que é particular) e ao mesmo tempo de ‘Católico’ (que significa Universal)” (Anotações 2010). Um Dicionário Católico dá a seguinte definição: “Católico’ A palavra vem do grego e significa simplesmente Universal”.

O ilustre Bispo Anglo-Católico Dom Lucas Macieira da Silva, Belo-Horizonte/MG, declarou o seguinte: “Rigorosamente falando, ‘Católica Romana’ é uma contradição de termos. Católico significa Universal; Romano significa Particular. Somos nós Anglicanos e os Protestantes e não o Romanistas que crêem em uma Una, Santa, Igreja Católica. Nós Anglicanos e nossos irmãos Protestantes acreditamos que a Igreja é Universal ou seja, Católica; Roma não consegue encontra-la além de sua própria comunhão. Nossa fórmula é: Ubi Spiritus ibi ecclesia (Onde está o Espírito está a Igreja). O lema da Igreja Católica Apostólica Romana é: Ubi ecclesia ibi Spiritus (Onde está a Igreja (Romana) está o Espírito). É por causa do devido uso histórico da palavra “Católica” que nós Anglicanos, os Véteros Católicos e os demais irmãos Protestantes não hesitamos em recitar o Credo dos Apóstolos. Nós nos apegamos à palavra porque nós amamos o conceito. A Igreja Romana não tem o monopólio da palavra “católica”; na verdade, como já dissemos, é uma questão de direito” (Citação de sua Homilia em 2007 – Belo-Horizonte/MG - Anotações). Todos aqueles que crêem em Nosso Senhor Jesus Cristo como único e suficiente Salvador, não obstante a denominação à qual pertença, são de fato membros de uma Igreja Católica Cristã. Nós Anglicanos e Protestantes, somos os mais verdadeiros Católicos, pois, nos baseamos nossa Fé no Novo Testamento como os cristãos primitivos. A Igreja Romana acrescentou muitas “doutrinas” e “Dogmas” que não se encontram no Novo Testamento, e qualquer pessoa que os aceite torna-se, por causa disso, um ‘Católico Romano’, e também deixa de ser um cristão católico. Uma vez que a palavra Católica significa Universal, a verdadeira Igreja Católica Cristã deve incluir todos os verdadeiros cristãos, todos os que pertencem ao corpo místico ou espiritual de Cristo (Efésios 1. 22,23). Mas tem havido e há milhares de cristãos que jamais tiveram alguma ligação com Romana. A Igreja Romana é, afinal, uma Igreja Particular, com o seu quartel-general na cidade de Roma, Itália, e limita-se àqueles que reconhecem a autoridade Papal. Mesmo em suas reivindicações mais extravagantes, a Igreja Romana reivindica apenas cerca de um oitavo da população Mundial e ela se excluiu do Mundo cristão professo, e deixou de ter comunhão com talvez mais da metade do Cristianismo, de modo que há provavelmente mais cristãos professos que rejeitam sua autoridade do que aqueles que a reconhecem. E geograficamente ela fracassa totalmente em provar sua reivindicação à Universalidade. Mesmo nos países Católicos Romanos nominais como a própria Itália, a França, a Espanha e a América Latina, Roma provavelmente não tem hoje nenhum controle efetivo sobre mais de quinze por cento da população mundial. Em circunstância nenhuma a Igreja Romana é Universal, pois não passa de uma entre numerosas outras e é sobrepujada em número pelos membros praticantes de várias Igrejas, sejam Anglicanos ou Protestantes. Por exemplo, somos mais de 80 milhões de Anglicanos espalhados pelo Mundo. A Igreja Anglicana é a Quarta maior família cristã que existe atualmente no Mundo.

O Rev. Dr. Paulo de Aragão Lins, Ministro Protestante, uma das maiores autoridades Bíblicas do Brasil, declarou com prioridade: “Há muitas ‘Igrejas’, mas o Novo Testamento reconhece apenas uma única verdadeira Igreja. Esta verdadeira Igreja é composta de todos os crentes no Senhor Jesus Cristo. Ela é composta dos Eleitos de Deus __ de todos os homens e mulheres convertidos, nascidos de novo __ de todos os verdadeiros cristãos. É uma Igreja na qual todos os membros nasceram da água e do Espírito. Todos eles possuem arrependimento para com Deus, fé para com Nosso Senhor Jesus Cristo e santidade de vida e postura diante dos homens. Todos eles extraem sua religião de um único livro __ A Bíblia Sagrada__ é a Igreja cuja existência não depende de formas, templos, catedrais, vestes, órgãos, tradição ou qualquer ato de favor que seja proveniente da mão do ser humano. Ela geralmente vive e prossegue quando todas estas coisas lhe são tiradas. Está é a Igreja Universal (Católica) do Credo dos Apóstolos e do Credo Niceano. Está é a única do Mundo onde o Santo Evangelho é recebido, lido e crido. Ela foi Católica porque foi idealizada para todos as nações. A Igreja permaneceu pura e fiel ao santo Evangelho por cerca de 300 anos AD, que foi a idade de ouro dos mártires e santos que foram perseguidos por Roma Pagã. Depois de assim chamada conversão do Imperador Constantino (310 AD), o Cristianismo foi declarado Religião do Estado e multidões pagãs foram admitidas à Igreja apenas pelo batismo, sem conversão. Eles trouxeram seus rituais pagãos, suas cerimônias e práticas que gradualmente introduziram na Igreja com nomes cristãos, os quais corromperam a fé primitiva e a Igreja se tornou Romanizada e Paganizada. O que torna uma Igreja verdadeiramente Católica é sua aceitação do santo Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo e o Credo dos Apóstolos. A Igreja Romana acrescentou o ‘Papado’ e tantas outras ‘doutrinas’ e práticas pagãs que muitas pessoas não a consideram mais cristãs ou Católicas. A Reforma Protestante do Século XVI foi um protesto contra aquelas doutrinas pagãs, um completo afastamento da igreja Oficial e um retorno ao Cristianismo Católico Primitivo do Novo Testamento. A Igreja Romana de hoje pode tornar-se novamente uma verdadeira Igreja Católica se realmente renunciar ao ‘Papado’ e àqueles Dogmas e práticas que são completamente contrários à Santa e Gloriosa Palavra de Deus, apegando-se aos seus fundamentos primitivos base em que pode se realizar a reunião de todas as Igrejas Cristãs. O nome ‘Católico’, quando aplicado à Igreja de Roma exclusivamente, é um grande e fatal erro, pois se aplica melhor àquelas Igrejas (Anglicanas, Véteros Católicos  e os Protestantes) que literalmente se aplicam à Bíblia Sagrada e ao Credo dos Apóstolos sem qualquer adições. Diz a Palavra de Deus: ‘Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e se alguém tirar qualquer cousa das palavras e das cousas que se acham escritas neste livro’ (Apocalipse 22. 18,19). A verdadeira Igreja de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é invisível, formada de pessoas verdadeiramente convertidas que se encontram em todas as Igrejas visíveis e cujos nomes estão escritos no Livro da Vida, e as Igrejas visíveis existem para treinar santos para o reino de Nosso Senhor Jesus Cristo ” (Anotações – 1994 – Recife/PE).

O QUE REALMENTE É UMA SEITA?

Outro aspecto que queremos acrescentar em nosso artigo, é que a Igreja “Católica" Apostólica Romana em sua ânsia de estigmatizar todas as outras Igrejas como “Seitas”, dizendo que são cismáticas. Primeiro, vamos fixar claramente na mente, precisamente o que é uma “Seita”? As definições no dicionário tendem a enfatizar os elementos divisivos, cismáticos e heréticos das Seitas. Portanto, deveríamos definir Seita como um grupo que se fecha em si mesmo como povo exclusivo de Deus e exclui todos os outros. Por sua exclusividade, a seita se exclui e se isola do curso principal da vida cristã. Nesta base, a Igreja Romana, com sua reivindicação intolerante e ofensiva de ser “a única Igreja verdadeira de Cristo na terra”, sua disposição de estigmatizar todos os outros de heréticos, seus anátemas e maldições tão prontamente enunciados contra todos os que se atrevem a discordar dos seus pronunciamentos e suas numerosas heresias e práticas que não se encontram em o Novo Testamento, automaticamente coloca-se como a maior e mais notável de todas as Seitas. Este Sectarismo se demonstra, por exemplo, em declarações tais como a Súmula dos Erros, publicado pelo então “Papa” da época Pio IX, em 1864 AD, e ainda em pleno vigor onde a Igreja Romana pode impor a sua vontade. A hierarquia nas democracias ocidentais não divulga esta Súmula dos Erros e, há anos, está empenhada numa campanha sutil de esconder muitas de suas notáveis doutrinas do público em geral. Mas vamos apresentar aqui, algumas das reivindicações da Igreja Romana em linguagem bastante clara.

15. “Nenhum homem é livre para abraçar e professar aquela religião que ele crê ser a verdadeira, guiado pela Luz da razão”;

16. “A Salvação Eterna não deve ser esperada para ninguém que se encontre fora da verdadeira Igreja de Cristo”;

17. “O Protestantismo não é outra forma diversificada da verdadeira religião cristã na qual seja possível agradar a Deus tal como a Igreja Católica”;

18. “A Igreja tem o poder de definir dogmaticamente a religião da Igreja Católica como a única religião verdadeira”;

21. “A Igreja tem o poder de empregar a força e (de exercê-la) o poder temporal direto e indireto”;

24. “Nenhuma Igreja Nacional pode ser instituída em um Estado, que se desvie ou separe da autoridade do Pontífice Romano (Por isso a perseguição feita a Igreja Católica Apostólica Brasileira – ICAB e demais Ramos Nacionais do Catolicismo em nosso País)”, etc.. Estas e outras declarações são do “Papa” que apenas seis anos depois promulgou a Doutrina da Infalibilidade Papal! A Igreja Romana condena aqui a Liberdade de Culto ou Religião, a Liberdade de Expressão, a Liberdade de Imprensa e etc.
Que ninguém diga que a Súmula de Erros pertence aos tempos antigos e que não deve ser levada a sério.

Com todo amor cristão que devemos ter, podemos afirmar sem medo de errar que há bons cristãos em todas as denominações (os Anglicanos, os Véteros Católicos , os Batistas, os Presbiterianos, os da Assembléia de Deus, Igreja Pentecostal Deus é Amor, etc), inclusive na Igreja "Católica" Apostólica Romana, que tem por Cabeça o Senhor Jesus Cristo. Porém, a intolerância e o sectarismo da Igreja Católica Apostólica Romana também se verificam em sua tentativa de usar a palavra “Igreja” apenas para consigo, como um sinônimo de Igreja "Católica" Apostólica Romana, desde modo desigrejando todas as outras, e chamando os Protestantes de não-católicos. Os Protestantes tem sido demasiado frouxos no passado quando seu deslocamento da Igreja Universal.

Pensemos nisto!

Obs: O autor é Reitor da Missão Anglicana São Paulo, Apóstolo no Estado de Goiás, é Bacharel, Mestre e Doutor em Teologia, Ph. D em Ciências da religião, Licenciado em Filosofia e Professor de Hebraico, Grego, Teologia Sistemática, Hermenêutica Bíblica e Religiões Comparadas. Jornalista (JP) e Escritor. Fone: 62- 8239-1069.