segunda-feira, 22 de agosto de 2011

MATÉRIA POLÊMICA Nº 01 2011 - AGOSTO

FUNDAMENTALISMO CRISTÃO? NÃO TENHAS
MEDO DE SER!

Por José Kennedy de Freitas
Sacerdote Anglicano, Doutor em Ciências da Religião, Filósofo e Reitor da Missão
Anglicana São Paulo, Apóstolo no Estado de Goiás

Vivemos tempos difíceis, em que o termo FUNDAMENTALISMO está em
alta. É bastante comum ouvirmos alguém falar em Fundamentalismo Cristão,
Fundamentalismo Espírita, Fundamentalismo Budista, Fundamentalismo
Islâmico, etc. Mas o que realmente significa FUNDAMENTALISMO?

Muito bem, o Fundamentalismo é uma expressão que, como tantas outras
palavras, acabou perdendo o seu sentido original por exemplo:

Na introdução de sua Obra “Cristianismo Puro e Simples” do Reverendo
C.S. Lewis, está registrado a história da palavra inglesa “GENTLEMAN” que
originalmente tinha um sentido negativo, pejorativo, sendo usada para referir-se
ao “Senhor Feudal”, mas em pleno Século XXI, essa palavra passou a ter um
outro sentido, referendo-se a “uma pessoa educada, altruísta, gentil”, Outro
exemplo que podemos dar, é a palavra “Pentecostal”, é notório a qualquer
estudante da Bíblia Sagrada que “Pentecostal” vem de uma Tradição Judaica
que é comemorada 50 dias após à Páscoa, mas essa palavra fora usada
por cristãos evangelicais tradicionalistas para criticar aqueles que aderiram
uma forma de Culto de Adoração mais Avivada com a prática de “Línguas
Estranhas”. Hoje, os Cristãos de linha Carismática usam essa expressão de
forma positiva.

Com o termo Fundamentalismo aconteceu à mesma coisa, sendo
que em sentido inverso dos cristãos Pentecostalistas. A expressão
“FUNDAMENTALISMO” que originalmente não representava algo negativo,
em nossos dias todo tipo de posição que é considerada insuportável
pela Sociedade. Isso sem dúvida alguma se deve a um trabalho de anos
dos “Teólogos” Liberais para tentar colar significações negativas no
Fundamentalismo Cristão e, posteriormente, em qualquer outro tipo de
manifestação antiliberal.

I – O QUE NÓS ENTENDEMOS POR
FUNDAMENTALISMO?

O termo Fundamentalismo nasceu o início do século XX nos EUA para
denominar a resposta dos evangélicos norte-americanos ao avanço do
chamado Liberalismo Teológico. Há cem anos, uma corrente filosófica

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denominada MODERNISMO, facilitadora do Ateísmo, atacava o Cristianismo
e a Teologia. Ela era inspirada pelo avanço da teoria de Charles Darwin
e do movimento denominado NOUVEAU RACIONALISMO, isto é, NOVO
RACIONALISMO, advindo da Europa. Esse movimento enfatizava os
princípios do Iluminismo europeu do século XVIII.

O que observamos é que o Novo Racionalismo produziu o Secularismo, que
levou à criação da corrente filosófica conhecida hoje como HUMANISMO
SECULAR, que, por sua vez, preconiza que todos os dogmas religiosos devem
ser evitados. Mediante tudo isto, cristãos-evangelicais norte-americanos,
combatendo essas idéias e defendendo o pensamento Cristão, reagiram
enfatizando os fundamentos bíblicos.

Então para nós Anglicanos, FUNDAMENTALISMO CRISTÃO, é originalmente
o nome que se dá a resposta Cristã Ortodoxa e Evangélica às tentativas de
desacreditar nas Escrituras Sagradas e de envenenar as Doutrinas Cristãs
com conceitos antibíblicos, como o evolucionismo, o humanismo secular e o
relativismo. Queremos deixar bem claro que não é uma resposta irracional
ou apenas emocional, trata-se de uma resposta que não ignora o uso de
argumentos lógicos, históricos e científicos.

II – ANALISANDO O USO TOTALMENTE EQUIVOCADO
DO TERMO FUNDAMENTALISMO

É com muita tristeza que afirmamos, que infelizmente, o termo
Fundamentalismo foi, em nossos dias distorcido, estropiado, dilacerado de
seu real significado e passou a ser sinônimo de alienação. Essa acepção do
termo foi invenção dos “Teólogos” Liberais, que passaram a acusar os cristãos
conservadores-tradicionalistas de serem intolerantes radicais e anticientíficos
só porque defendam a inerrância das Sagradas Escrituras, a Divindade
absoluta e singular do Senhor Jesus Cristo, Seu nascimento Virginal e a
Salvação somente pela Pessoa Augusto do Senhor Jesus Cristo.

Foi assim que o termo fundamentalismo, que não tinha nada de negativo em
sua proposta inicial, passou a ser equivocadamente sinônimo de qualquer tipo
de radicalismo intolerante, preconceituoso e anticientífico. E para colar ainda
mais essa imagem negativa ao termo, este passou a ser atrelado a situações
e casos extremamente negativos, para reforçar a idéia de que qualquer
Fundamentalismo é sinônimo de ignorância e ódio.

Por exemplo, aqui no Brasil existe uma Diocese Anglicana do Movimento
Continuante, onde o Bispo taxa de Fundamentalista Ignorante todo Sacerdote
ou Bispo que se colocam contrário a inclusão no Clero de Gays e Lésbicas.
Esse mesmo Bispo apóia o casamento entre pessoas do mesmo sexo e quem
se coloca contrário ao seu “ponto” de vista é taxado de homofobíaco e de

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fundamentalista ignorante. Para tais “Teólogos” Liberais a visão de que
Fundamentalismo Cristão e o Fundamentalismo Islâmico se equivalem.

Ora, são coisas absolutamente diferentes, crer no contrário é dizer que o
Cristianismo é intolerante e anticientifíco, o que não é verdade. Se há algum
cristão intolerante, que chega ao ponto de matar pela sua fé, ele não deve
jamais ser definido como “Fundamentalista Cristão”, porque um autêntico e
genuíno Cristão Fundamentalista nunca tiraria a vida de quem quer que seja
justamente pelos princípios (Fundamentos) que defende (valores cristãos,
bíblicos que pregam o respeito à vida, às pessoas e o amor).

O correto é referindo-se ao caso como fanatismo ou, melhor ainda, como falso
Cristianismo. Em outras palavras: Há espécies de Fundamentalismo (político
ou religioso) que são intolerantes e anticientíficos, mas daí dizer que todo
fundamentalista é sinônimo disso é um erro crasso. Fundamentalismo em si,
não significa necessariamente ignorância e ódio aos diferentes.

Por exemplo, nossa Diocese respeita e ama todos os homossexuais, mas
não aceitamos a prática homossexual, porque ela contraia por completo a
orientação Bíblica (Romanos 1. 18-32). Os tipos de fundamentos a quem
se apegam as manifestações fundamentalistas são o que definem se tal
fundamentalismo é negativo ou não. Uma manifestação fundamentalista só
poderá ser considerada sinônimo de intolerância e anticientifísmo quando
os fundamentos (princípios) religiosos ou políticos que defendem pregam a
intolerância e a ignorância. Ora, o verdadeiro Fundamentalismo Cristão não se
enquadra neste caso.

Primeiro, porque o verdadeiro Cristianismo não força as pessoas a aceitarem
as Doutrinas Bíblicas e convive perfeitamente com as diferenças religiosas.
Exemplo disto, é os EUA são uma democracia fundada por Protestantes que
fugiram da perseguição Romanista na Europa. O primeiro país Republicano
e Democrata do mundo, e o primeiro com total liberdade religiosa, é criação
Protestante, e não do Iluminismo como alguns “Teólogos” Liberais afirmam em
livros e na mídia, tentando enganar os incautos.

Paulo Rodrigues Lima, pastor da Igreja Batista de Vila Norma em São
João de Meriti/RJ disse a respeito: “Os EUA nasceram sob o Pacto dos
Pais Peregrinos (que eram Protestantes), realizado em 1620 AD, no Navio
Mayflower, que estava a caminho da América. Esse evento é bem anterior ao
Iluminismo que foi iniciado oficialmente com a repercussão do livro DISCURSO
DO MÉTODO, lançado por Descartes em meados do Século XVII, e que
se foi ganhar corpo de fato como Movimento no Século XVIII. Além disso,
a Independência e a Constituição Francesa (esta, sim, influenciada pelos
conceitos Iluministas )” (Anotações 1992 – Rio de Janeiro).

E os casos de intolerância religiosa, atrocidades e discriminação por parte

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de Cristãos Protestantes durante a história? É a pergunta que escutamos
muitas vezes por “Teólogos” Liberais. Pois bem, repetimos: Em nenhum
momento as Escrituras Sagradas, Única Regra de Fé e Prática para a
vida e caráter do Cristão (sejam Anglicanos, Batistas, Presbiterianos,
Metodistas, Assembleianos, Pentecostalistas e etc), defende a
discriminação, a intolerância religiosa ou qualquer tipo de atrocidade. Portanto,
são simplesmente casos de falso Cristianismo. É “argumento” desonesto
dos “Teólogos” Liberais Ateus raivosos e Antiteístas julgarem que os erros
cometidos em da Bíblia Sagrada e do Cristianismo provam que ambos sejam
maus.

Além de o verdadeiro Cristianismo expresso na Bíblia Sagrada, condenar esse
erros, há muitos Cristãos sinceros que andam segundo à Palavra de Deus Ed,
por isso, tamém condenam esses erros. Em segundo lugar, diferentemente do
que se tem dito há um Século, o Cristianismo não tem nada de anticientifismo.
Além de muitos dos grandes cientistas na história terem sido bons e sinceros
cristãos.

III – CRÍTICAS AOS FUNDAMENTALISTAS CRISTÃOS

As duas únicas críticas sinceras, sem preconceito, ao Fundamentalismo
Cristão, são advindas do próprio meio Cristão. Elas dizem respeito:

1. ‘A despreocupação com o social no início do movimento’;

2. ‘Ao receio diante do Pentecostalismo em seus primeiros passos’.

São esses erros que criaram, no meio evangelical, a pecha de que o
Fundamentalismo Cristão seria engessado e frio.

O Pastor Batista Renovado, Dr. Claudio Antonio dos Santos, teólogo e
professor de história do Cristianismo declara: “O receio diante do Movimento
Pentecostal em seu início no Brasil se deveu ao fato de os primeiros
Fundamentalistas serem quase em sua totalidade, ligados a Igrejas
Protestantes Históricas e Calvinistas pouco afeitas a analisar qualquer
coisa diferente dos seus parâmetros. Assim, quando surgiu o Movimento
Pentecostal, que além de pregar a contemporaneidade dos Dons Espirituais
e uma interpretação diferente sobre o Batismo no Espírito Santo como uma
bênção subseqüente à Salvação, era em sua esmagadora Armenianos, os
primeiros Fundamentalistas preferiram rechaçar o Movimento Pentecostalista,
ao invés de vê-lo como um forte aliado, um Movimento Espiritual promovido
pelo Espírito Santo de Deus para que a Igreja tivesse um reavivamento
em meio aos ataques de dois grandes inimigos comuns para ambos: O
Liberalismo Teológico, que esfriaria as Igrejas, e o avanço da Teoria

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Darwinista, que levara muitos Cristãos ao Agnosticismo ” (Anotações 2003 -
Rio de Janeiro).

Amado leitor, devemos reconhecer que o Movimento Pentecostalista, desde
seu começo, sempre foi absolutamente contra o Liberalismo Teológico,
contra o Darwinismo e contra o Humanismo Secular. É importante
apresentar por exemplo, que a primeira Epistola Doutrinária Oficial do
Movimento Pentecostalista Clássico, foi escrita em 1914 pelos fundadores das
Assembléias de Deus no Brasil, que iniciava da seguinte forma:

“Essas Assembléias opõem-se a toda Alta Crítica radical da Bíblia, a todo o
Modernismo, a toda Incredulidade na Igreja e a filiação a ela de pessoas não
salvas, cheias de pecado e de mundanismo...” (Teologia Sistemática, Uma
Perspectiva Pentecostal, p. 21 - CPAD).

Porém, se darmos hoje uma olhada mais ampla poderemos observar que
a maioria dos que hoje são chamados de Fundamentalistas Cristãos não
são antipentecostais. Eles (como eu) mantém sua posição conservadora
em relação a espinha dorsal da Fé Cristã, o que, na verdade é o que define
o que seja realmente Fundamentalismo Cristão. A outra crítica sincera ao
Fundamentalismo Cristão é relativo ao aspecto social, e também já está
superada.

O Fundamentalismo Cristão por estar a priori preocupado com os ataques
do Liberalismo Teológico às Doutrinas Bíblicas, acabou esquecendo-se
em seu início um pouco do compromisso cristão com as grandes questões
sociais da época. Não que a Doutrina Bíblica não fale do Social (conf. Mateus
25. 31-46; Tiago 1. 1-27; Tiago 2. 14-26), mas o problema também é que
muitos “Teólogos” Liberais, arqui-inimigos do Fundamentalismo Cristão,
defendiam a salvação pelo Social.

Alguns exemplos são o Evangelho Social e a chamada Teologia da
Libertação, que ficou mais conhecida e defendida no meio Romanista, mas é
de origem Protestante Liberal.

“Se os Liberacionistas praticavam obras sem fé, os Fundamentalistas
acabaram praticando, algumas vezes, uma fé sem Obras” declara com
propriedade o Pastor da Igreja Batista de Vila Norma, Paulo Rodrigues Lima.

Foi para promover o equilíbrio que nasceu o Movimento denominado
Evangelismo. Surgido na década dos anos 70 (seus primeiros lampejos
se deram nos anos 40, mas ele só engrenou oficialmente com a famosa
Conferência de Laussane, na Suíça. Em 1974, tendo como Presidente, o
pastor batista Dr. Billy Grahan e como relator o Reverendo Dr. John Stott,
Sacerdote e Teólogo Anglicano ). O Evangelicalismo nada mais era que uma
tentativa de estabelecer um equilíbrio, voltar a uma Fé com Obras, fugir da

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Polarização dos “Teólogos” Liberais e Liberacionistas de um lado, e dos
Fundamentalistas do outro.

O Pastor Jorge da Silva, Teólogo e membro da Igreja Batista de Vila Norma
em São João de Meriti/RJ, assim explica: “Hoje, porém, quase não escutamos
mais falar nas faculdades e seminários teológicos a palavra Evangelicalismo e
o Fundamentalismo Cristão voltou a estar em alta, por três razões: 1ª. Porque
muitos se desiludiram com o Movimento Evangelicalista, pois descobriram
que alguns que defendiam o Movimento eram na verdade, Liberacionistas
disfarçados de Evangelicalistas. 2ª. Por entenderem que o Movimento
Evangelicalista já cumpriu sua Missão, uma vez que conseguiu despertar os
Cristãos Evangélicos de forma geral para uma preocupação maior com as
questões Sociais. 3ª. E, finalmente, o Fundamentalismo Cristão, voltou a estar
em alta, porque a fé Cristã está veementemente atacada em nosspos dias. Por
isso, a ênfase deixou de estar no resgate da função social da Igreja Cristã (o
que em parte foi resgatada pelo Movimento Evangelicalista) para estar na
defesa das doutrinas Cristãs ” (Anotações).

CONCLUSÃO

O reflexo disso é que muitos cristãos antes se apresentavam como
Evangelicalistas, e que fugiam de posições tidas como Fundamentalistas, hoje,
se assumem Fundamentalistas, porque a atual onda liberal de perseguição
ao Cristianismo no Ocidente, levou-os ao enfrentamento Doutrinário e à
dedicação à atividade Apologética, a inteira defesa da Fé Cristã. O Reverendo
Dr. Paulo de Aragão Lins, teólogo e conferencista internacional, em aula
ministrada no Betel Brasileiro em João Pessoa/PB, no curso de Mestrado em
Teologia em 2005, assim declarou: “O Evangelicalismo foi um Movimento muito
importante para a minha vida. Mas, hoje, descobri-me por incrível que possa
parecer, um aut~entico e dedicado Fundamentalista, pois tenho observado
que o Movimento que o Cristianismo está vivendo com o Modismo, o apoio
a homossexualidade, a profusão de heresias e o ataque dos Teólogos
Liberais e Seculares, exige de minha pessoa uma ênfase Fundamentalista.
Além do mais, descobri que o genuíno Fundamentalismo Cristão não é
marcado necessariamente pelos radicalismos de que tanto se falava ” .

E continua:

“descobri também, que o Fundamentalismo Cristão Xiita, que é apresentado
por muitos como sendo a verdadeira versão do Fundamentalismo Cristão, é,
na verdade, defendido por muitíssima pouca gente no meio Cristão. É uma
caricatura do Fundamentalismo criada pelos Liberais ” (Anotações).

Faço minhas as palavras de Dom Rogério Ribeiro Campos, Bispo da Igreja

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Anglicana Carismática – Brasil: “Qualquer Anglicano que viva e defenda os
pontos cardeais da fé Cristã é por definição, um autêntico Fundamentalista
Cristão, ou seja, um verdadeiro Defensor dos Fundamentos Bíblico-Cristãos”
(Anotações).

Amado leitor, poderá então surgir em sua mente à seguinte pergunta: “Mas
que Pontos Cardeais da Fé Cristã são esses que esse Bispo defende?”. Bem,
gostaríamos de responder:

1. As Sagradas Escrituras como Única regra de Fé e Prática, a Inerrante,

Suficiente e Infalível Palavra de Deus. Suas Histórias são factuais e não
mitológicas e seus textos, devem ser interpretados literalmente, exceto
as passagens claramente conotativas;

2. O Senhor Jesus Cristo é o Filho de Deus, Deus feito homem (João

1.1-14), tendo duas Naturezas 100% homem e 100% Deus (Natureza
Theantrópica), seu nascimento foi virginal e seus milagres realmente
aconteceram, bem como a sua ressurreição física (Colossenses 2.9), e
que Ele Voltará para buscar seus Eleitos e julgar a todos.

3. Que Deus é um só, subsistindo em Três Pessoas Distintas: O Pai, O

Filho e o Espírito Santo (A Santíssima Trindade). Que Deus é o Criador
do Universo, que Seus Atributos expressos na Bíblia Sagrada não
podem ser ignorados. Que Ele é um Deus Soberano e Todo-Poderoso.

4. A Salvação só na Pessoa Augusta de Nosso Senhor Jesus Cristo,

segundo à Palavra de Deus. Que o Espírito Santo é a Terceira Pessoa
da Santíssima Trindade, que Ele não é menhuma Força Ativa, mas sim
uma Pessoa. Que somente o Espírito Santo é quem pode convencer o
homem do pecado, da justiça e do juízo.

5. Tanto o Céu como o Inferno são reais, existem como Lugares e Estados.

Que o Inferno foi preparado para o Diabo e seus anjos.

6. Que haverá um Juízo Final e a Ressurreição dos Mortos, e não uma

Reencarnação como querem afirmar os Espíritas e simpatizantes. Que a
consulta aos Mortos é abominação a Deus.

7. Que o pecado separa o homem de Deus, e que devemos rejeitar a idéia

de que não existe pecado.

Prezado leitor, se estes Pontos Cardeiais são plenamente defendidos e
inegociáveis para você e sua Igreja, não importa de que Denominação seja:

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Você é sem duvida alguma um FUNDAMENTALISTA CRISTÃO.

Depois de entendermos isso, chega a ser até cômico ver certos
Evangelicalistas
que,
preocupados
em
não
serem
taxados
de “Fundamentalistas Cristãos”, explicam suas atividades Apologéticas
dizendo: “__ Eu não sou Fundamentalista! Sou Bíblico! Ou ainda: ___ Sou um
Conservador! ”

Mas perguntamos a essa pessoa novamente: “___ Por favor, me responda
com toda sinceridade, o que você conserva? Por acaso são os Fundamentos
Bíblicos?” Ele com certeza irá responder: “__ Sim!” Então novamente
perguntamos: “___ Isso não é ser Fundamentalista?” Com plena convicção
você deixará essa pessoa em grande dificuldade para continuar o diálogo.

Para mim é uma grande honra ser um Fundamentalista Cristão! Porque o
genuíno Fundamentalismo Cristão é Fundamentalismo Bíblico, ou seja,
é apreço à Sã Doutrina, aos fundamentos da fé Cristã, e não preconceito
ou qualquer outra coisa. Portanto, não tenha medo ou vergonha de ser um
Fundamentalista Cristão, não tenha medo de preservar às verdades da santa
e Gloriosa Palavra de Deus.

Pensemos nisto, amém

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